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O nosso método · 5 passos · documentado por fotografia

Encontrar a origem. Vedar a entrada. Depois tratar.

A maior parte dos operadores de controlo de pragas em Lisboa salta o primeiro passo. Aparecem com pulverizador, tratam o sintoma, vão-se embora. Três semanas depois o prédio repovoa-se a partir da mesma entrada não vedada — e a factura mensal continua a pagar-se. O nosso método está construído à volta da ordem do título — e em torno da regra que nenhuma intervenção The Wild Pest termina sem o cliente ter visto o relatório fotográfico.

Os cinco passos

A ordem não é slogan. É o trabalho.

  1. 01

    Encontrar a origem

    Inspeccionamos o perímetro estrutural completo — fachada, varandas, marquise, condutas técnicas, vazios entre fracções, vão de telhado, garagem — para localizar o ponto de entrada e o ninho activo. Não apenas a praga.

    A maior parte dos retornos no controlo de pragas em Portugal acontece porque a origem nunca foi identificada. O técnico tratou o sintoma — a barata visível, o ninho de vespa-asiática, o trilho de formiga-argentina — recebeu o pagamento, e foi-se embora. Três semanas depois o prédio repovoa-se a partir do mesmo ponto não tratado, e o operador volta a faturar uma segunda visita. Não escrevemos orçamento até termos identificado a entrada e o ninho. Se não conseguirmos localizar a origem, dizemo-lo no relatório e recomendamos investigação adicional — não inventamos uma intervenção.

  2. 02

    Vedar a entrada

    Cada ponto de entrada identificado no passo 1 é vedado com materiais industriais — rede de aço inoxidável 19-gauge em ventilações, espuma de células fechadas em cavidades, chapa de alumínio em juntas estruturais, tampas de ventilação certificadas em chaminés.

    Vedação é obrigatória em todas as intervenções The Wild Pest. Não é um extra. Não é uma segunda visita. Não é uma recomendação que passamos a um pedreiro. Materiais que não usamos: espuma sozinha em entradas de roedores (é roída em horas e falha em inspecção da DGAV), espuma expansiva em ventilações (bloqueia ventilação cruzada), palha-de-aço sem selante (oxida e cai dentro de uma estação).

  3. 03

    Depois tratar

    Só depois da origem identificada e da entrada vedada é que tratamos a colónia activa — com produtos registados na DGAV ao abrigo do Decreto-Lei 16/2014, escolhidos pela espécie e pela tipologia do edifício.

    Tratamento sem vedação é um contrato de manutenção: o prédio repovoa-se, o técnico volta sempre, a factura paga-se mensalmente. Tratamento depois da vedação é um problema com fim — a colónia interna é finita, não entram novos indivíduos da rua, e o trabalho tem prazo. É por isto que a garantia de 60 dias é defensável.

  4. 04

    Recebe o relatório fotográfico

    Em 30 minutos depois do técnico sair, recebe no telemóvel um relatório fotográfico estruturado: cada ponto de entrada vedado, cada zona tratada, cada material e cada substância activa nomeados, com fotografias com geolocalização e marcação temporal.

    Duas razões. Primeiro — responsabilização. Pode verificar o trabalho sem ter de subir à marquise ou abrir o vão do telhado. As fotografias antes/depois tornam o trabalho legível. Segundo — contexto para visitas futuras. Se invocar a garantia, o técnico seguinte chega com o registo completo do que foi feito.

  5. 05

    Se a praga voltar — redesenhamos o plano

    Retornos dentro da garantia de 60 dias accionam um diagnóstico fresco. Não voltamos a pulverizar o mesmo material. Se o plano original não funcionou, o plano original estava errado.

    Refazemos a inspeção. Identificamos o que foi falhado. Vedamos o que não tinha sido vedado. Tratamos o que não tinha sido tratado. O cliente não paga a segunda visita. Este compromisso operacional é o que torna seguro dizer “sem contratos, cancele quando quiser”.

Lista de inspeção

Os 25 pontos que verificamos antes de propor seja o que for.

Adaptado à arquitectura lisboeta — prédios pombalinos, gaioleiros, palacetes oitocentistas, betão armado moderno.

Exterior do edifício (12 pontos)

  • Junções entre fachada e cantaria
  • Caleiras, descidas e algerozes
  • Caixilharia exterior e parapeitos
  • Aberturas em platibandas e beirais
  • Ventilações de cozinha e WC
  • Passagens de cabos eléctricos e telecomunicações
  • Caixas de electricidade e gás exteriores
  • Tampas de saneamento adjacentes ao prédio
  • Garagem — portões, ralos, juntas
  • Marquises e varandas — ralos e bordadura
  • Contadores de água e ligações
  • Ligações de máquina de lavar à canalização

Interior da fracção (8 pontos)

  • Lava-loiça — sifão, base do móvel, junta com bancada
  • Fogão e exaustor — atrás do equipamento e na conduta
  • Esquentador — vão técnico e ligação à chaminé
  • Casa de banho — tubagens da banheira/poliban e WC
  • Quadro eléctrico — cavidade da parede e juntas
  • Vão de teto e tectos falsos — pontos de inspecção
  • Roupeiros embutidos — fundo e tetos
  • Frigorífico — atrás, na base e em cima do móvel

Condições propícias (5 pontos)

  • Humidade visível em rodapés ou paredes
  • Caixotes de lixo partilhados — gestão e fecho
  • Vegetação encostada à fachada — buganvílias, jasmineiros, trepadeiras
  • Acumulação de cartão e embalagens em despensa ou marquise
  • Águas paradas em jardineiras, pratos de vasos ou marquises
Enquadramento regulatório

Tudo o que aplicamos está registado pela DGAV.

Em Portugal, a aplicação profissional de produtos fitofarmacêuticos e biocidas para controlo de pragas é enquadrada pelo Decreto-Lei 16/2014 e supervisionada pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV). Cada técnico que aplica produto numa intervenção The Wild Pest tem cartão profissional de aplicador válido — número visível no cartão e no relatório de intervenção.

Cada substância activa que aplicamos consta do registo nacional de produtos autorizados, com indicação de praga-alvo, tipologia de uso, e intervalo de reentrada. Esta informação aparece no relatório fotográfico em linguagem clara — quando pode voltar à cozinha, quando o quarto da criança está seguro, quando o animal pode regressar à divisão.

Em ambiente HORECA (restauração e hotelaria), aplicamos programas IPM com documentação preparada para inspeção da ASAE — registos de monitorização, plano escrito de tratamento, fichas de segurança, e mapa de pontos de isco/monitor numerados.

Calendário mediterrânico

Em Lisboa, o ano de pragas tem dois trimestres-pico.

O clima mediterrânico — Verão quente e seco, Inverno suave e húmido — define um ciclo de pragas distinto do continental ou do tropical. Conhecer o ciclo é o que permite intervenções pequenas no momento certo em vez de operações pesadas no momento errado.

Maio – Setembro
Pico anual de barata-americana e ratazana-de-esgoto — calor noturno tépido + humidade da rede de esgotos histórica activam a actividade. Janela de tratamento mais densa do ano.
Junho – Agosto
Pico de barata-alemã em cozinhas comerciais. Migração para apartamentos via condutas técnicas partilhadas. Janela crítica para programas HORECA.
Julho – Setembro e Dezembro
Dois picos de percevejos coincidentes com rotação turística (Verão + Natal/Ano Novo). Alojamento local é o vector principal.
Março – Maio
Enxames reprodutivos de térmita subterrânea (Reticulitermes lucifugus) — alados visíveis perto de janelas em palacetes oitocentistas e edifícios pré-1900. Sinal de colónia activa.
Outubro – Fevereiro
Roedores movimentam-se para o interior dos prédios à procura de calor. Janela ideal para programas preventivos em escritórios e estabelecimentos comerciais antes do pico do Verão seguinte.
Quando estiver pronto

Visita no próprio dia em toda a Grande Lisboa.

Relatório fotográfico em 30 minutos depois da intervenção. Garantia escrita de 60 dias. Sem contratos. Cancele quando quiser.